• mostra newsroom
  • Cintesis encontro
  • digiscope
  • CINTESIS leva inovação à Mostra da U.Porto + info
  • CINTESIS realizou Encontro com uma centena de investigadores + info
  • Inovação da U.Porto rastreia doenças cardíacas em crianças brasileiras - DigiScope - + info

Investigação CINTESIS: Prémio distingue estudo sobre hospitalizações de doentes com anomalias cromossómicas

Foto Manuel Gonçalves Pinho

O investigador do CINTESIS, Manuel Gonçalves-Pinho, a receber o Prémio.

Uma equipa de investigadores do CINTESIS – Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde ganhou o Prémio de Melhor Póster em Investigação Fundamental, no âmbito do In4Med - Coimbra's Scientific and Medical Congress, que se realizou no passado mês de fevereiro.

Apresentado por Manuel Gonçalves-Pinho, membro da equipa do In4Health do CINTESIS, o Póster tem como título “Why, how and when are patients with chromossomal anomalies hospitalized?”.  A equipa integra ainda o investigador João Vasco Santos e é coordenada pelo especialista em Bioestatística do CINTESIS, Alberto Freitas.

O Póster premiado resulta de um projeto de investigação que analisou cerca de 5 mil doentes com anomalias cromossómicas (como Trissomia 21 ou Síndrome de Down, Trissomia 18 e Síndrome de Klinefelter) internados nos hospitais públicos portugueses.

O objetivo do estudo era avaliar os motivos das hospitalizações, as características sociodemográficas dos doentes internados e os custos associados a esses internamentos. Os resultados da investigação nestas doenças raras deverão ser divulgados em breve.

O In4Med, onde foi atribuído este primeiro Prémio, é um congresso científico e médico organizado pela Associação de Estudantes de Medicina de Coimbra (NEM/AAC). O objetivo é promover o envolvimento de estudantes de medicina em projetos de investigação, estimular o interesse na investigação em Ciências da Saúde e premiar os melhores projetos.

Investigadora do CINTESIS integra rede europeia sobre demência

Lia Fernandes

Lia Fernandes é professora do Departamento de Neurociências Clínicas e Saúde Mental da FMUP. (Foto: DR)

Lia Fernandes, investigadora do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS), foi convidada a integrar a INTERDEM – Early detection and timely INTERvention in DEMentia – uma rede de investigação pan-europeia dedicada à promoção de intervenções clínicas e psicossociais em pessoas com demência.

Membro do grupo de investigação CINTaging – Ageing & Neurosciences Research do CINTESIS, Lia Fernandes tem trabalhado de forma profícua nas áreas do envelhecimento, da demência, do delirium e da depressão nos idosos, entre outros temas em torno da Geriatria e da Saúde Mental, como comprovam os recentes artigos que publicou em revistas científicas internacionais (International PsychogeriatricsFrontiers in Aging Neuroscience, o Journal of the American Geriatrics Society e PeerJ, por exemplo).

Agregada pela Faculdade de Medicina da U. Porto, a investigadora é docente do Departamento de Neurociências Clínicas e Saúde Mental da FMUP. Tem a seu cargo o ensino da Saúde Mental em Pessoas Idosas no Programa Doutoral em Gerontologia e Geriatria lecionado pela U.Porto em colaboração com a Universidade de Aveiro. Ocupou também diversos cargos de destaque a nível internacional, sendo de referir a passagem pela direção da International Psychogeriatric Association (IPA) e da International Family Therapy Association (IFTA).

Neste momento, Lia Fernandes está a trabalhar em projetos ligados ao diagnóstico precoce e intervenção em doenças crónicas características dos mais velhos, nomeadamente ao nível da demência, delirium, depressão, alterações comportamentais e psicológicas, bem como a fragilidade no idoso.

Portugueses sobrevalorizam exames médicos mas subestimam importância dos estilos de vida na manutenção da saúde

rtp noticia

 

Os portugueses sobrestimam a importância das atividades médicas preventivas, tais como análises e exames, revela um estudo desenvolvido por uma equipa de investigação do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS), publicado na reputada revista científica British Medical Journal Open (BMJ Open).

Desenvolvido por Luísa Sá e Carlos Martins, investigadores do CINTESIS, este é o primeiro estudo sobre a importância que os portugueses atribuem a diferentes atividades médicas de natureza preventiva, tendo avaliado mil portugueses com mais de 18 anos, através de entrevistas telefónicas.

Os resultados revelaram que para além de sobrevalorizarem a importância da realização de exames de diagnóstico como forma de prevenir o desenvolvimento de doenças, a população tende a desvalorizar o impacto que os hábitos e estilos de vida têm sobre a sua saúde. “Ou seja, os portugueses parecem valorizar mais a realização de análises de sangue todos os anos, do que o facto de deverem praticar exercício com regularidade, por exemplo”, explica Luísa Sá.

Da mesma forma, os inquiridos mostraram-se pouco informados sobre a relevância efetiva de diferentes tipos de exame de diagnóstico e pouco sensibilizados para a noção de que o risco não é igual para todos. “Neste estudo os portugueses atribuem tanta importância a certos exames médicos que não são recomendados preventivamente como a outros que o são. Por exemplo, atribuem importância semelhante à mamografia e à ecografia mamária”, acrescenta a médica.

Em média, os inquiridos atribuíram um grau de importância de 7,7 (numa escala de 1 a 10, sendo 1 “nada importante” e 10 “muito importante”) à importância da realização de atividades médicas preventivas, sendo a realização regular de análises de sangue e de urina a mais valorizada, com uma nota média de 9,15. Seguiram-se os exames clínicos ginecológicos, tais como o papanicolau, a mamografia e as ecografias ginecológicas e mamárias, com notas em torno dos 8,5. O aconselhamento médico relativamente ao consumo de álcool e tabaco, por exemplo, foram considerados muito menos importantes, reunindo uma classificação média entre os 5 e os 6 pontos.

Carlos Martins, que é também professor na Universidade do Porto, defende que “os médicos de família devem tomar consciência das elevadas expectativas que os pacientes depositam nos exames de diagnóstico realizados como medida preventiva, já que esta informação pode condicionar a relação médico-doente”.

“Frequentemente, os pacientes acham que os exames de rotina devem ser iguais para todos, como um "pack". É importante que os pacientes compreendam que o médico efetua um aconselhamento individualizado para cada paciente e ao recomendar determinados exames fá-lo tendo em consideração a especificidade de cada pessoa, a sua história clínica e os seus fatores de risco, protegendo-a também de eventuais riscos de exames desnecessários", esclarece.

Recorde-se que esta equipa de investigação esteve envolvida num trabalho de 2013 que concluiu que osportugueses acreditam que devem realizar mais exames médicos (e com maior frequência) do que o previsto pelas recomendações clínicas nacionais e internacionais e não estão a par dos riscos que correm quando os realizam.

Os resultados deste estudo vêm reforçar a importância de alertar a população nacional para o recurso mais criterioso aos exames médicos de rotina, pois o uso excessivo e desnecessário dos exames médicos também acarreta riscos para a saúde das pessoas.

FASTinov conquista a chancela U.Porto Spin-off

FASTinov Team sigarra

Na foto (da esquerda para a direita): João Paulo Costa (Chief Operating Officer); Cidália Pina Vaz (Chief Executive Officer); Inês Oliveira (Lab Technician); Sofia Costa de Oliveira (Chief Scientific Officer); Rita Teixeira dos Santos (Production Manager); Nádia Marques (Lab Technician); Ana Silva Dias (Quality Manager).

A FASTinov, nascida no CINTESIS, acaba de conquistar a chancela U.Porto Spin-off, tornando-se, assim, na terceira startup da Unidade de I&D a obter este reconhecimento.

Liderada por Cidália Pina Vaz, a FASTinov está a desenvolver tecnologia disruptiva, já patenteada, para a realização de testes mais rápidos e fiáveis de suscetibilidade antimicrobiana no contexto da prestação de cuidados de saúde.

O objetivo desta spin-off é oferecer um teste que determina a suscetibilidade das bactérias aos antibióticos em apenas uma a duas horas, em vez das 48 horas necessárias nos testes standard utilizados, permitindo suportar as decisões clínicas de forma célere e salvar vidas.

A emergência de resistências aos antibióticos é um importante problema médico e económico a nível global, pelo que a tecnologia desenvolvida pela FASTinov irá contribuir para reduzir os custos com medicamentos e hospitalizações, diminuir os casos de falência terapêutica e combater as resistências aos antibióticos.

Em 2016, a FASTinov tornou-se na primeira PME nacional a liderar um consórcio europeu no âmbito do programa FTI (Fast Track to Innovation), um instrumento do Horizonte 2020 para promoção da inovação na fase de aproximação ao mercado, tendo-lhe sido atribuídos 2,6 milhões de euros para lançar o kit de diagnóstico clínico no mercado.

Além da FASTinov, existem mais duas empresas nascidas no CINTESIS com a chancela U.Porto Spin-off (a VirtualCare e a Healthy Systems).
Atribuída pela U.Porto Inovação (UPIN), a chancela U.Porto Spin-off é usada para designar novas empresas criadas com o objetivo de explorar novos produtos e serviços de base tecnológica e inovadora, nascidas a partir de ideias ou processos do I&D gerados da U.Porto. 

Investigação em foco nas Jornadas de Fatores de Risco e Orientações Clínicas em Cuidados de Saúde Primários

Jornadas notícia 3 março

É possível fazer clínica e investigação em simultâneo na área dos Cuidados de Saúde Primários (CSP)? Luciana Couto, professora do Departamento em Medicina da Comunidade, Informação e Decisão em Saúde (MEDCIDS) da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) e especialista em Medicina Geral e Familiar, acredita que não só é possível, como é desejável.


No âmbito das VIII Jornadas de Fatores de Risco e Orientações Clínicas em Cuidados de Saúde Primários, organizadas pelo MEDCIDS, a responsável lançou o repto às várias entidades presentes para que se organizem e reúnam esforços no sentido de alavancar a investigação realizada por especialistas em Medicina Geral e Familiar e por outros profissionais dos CSP.

A participar neste evento estiveram, entre outros, o coordenador do CINTESIS e diretor do MEDCIDS, Altamiro da Costa Pereia, o presidente da Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos (SRNOM), António Araújo, o Presidente da Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-Norte), Pimenta Marinho, e o representante do Conselho Executivo da FMUP, Filipe Macedo.

Para provar que é possível ver doentes e fazer investigação clínica ao mesmo tempo, Luciana Couto deu o exemplo de Luísa Sá, investigadora do CINTESIS e médica na Unidade de Saúde Familiar Nova Via, que acaba de apresentar um estudo sobre o perfil de prescrição de meios complementares de diagnóstico e terapêutica (MCDTS), realizado no âmbito do seu doutoramento.

Já Alberto Hespanhol, também do MEDCIDS, não se mostrou tão otimista, recordando que as dificuldades de financiamento levam muitas pessoas a desistirem da investigação.  

O próprio Presidente da Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos (SRNOM), António Araújo, lamentou que, atualmente, os médicos não tenham tempo para fazer investigação, enquanto o presidente da ARS-Norte reconheceu que “o ambiente legislativo não a favorece nem a estimula”.

Para o coordenador do CINTESIS, esta é “uma pescadinha-de-rabo-na-boca”. “É preciso criar o ovo para além da galinha”, afirmou. Altamiro da Costa Pereira observou, a propósito, que “o número de publicações saídas da Medicina Geral e Familiar portuguesa é francamente reduzido”, embora se note uma “melhoria metodológica” e “novas tendências” nas áreas investigadas.

De facto, numa análise que realizou ao “Top 5” das revistas internacionais em Medicina Geral e Familiar, o responsável observou uma evolução positiva nos últimos anos quer nos métodos, quer nas áreas de investigação. Em 2010 predominavam os questionários e os inquéritos, seguidos por estudos transversais e de follow-up. Em 2016, “começam a aparecer cada vez mais as meta-análises e métodos mais robustos do ponto de vista de análise estatística, o que traduz que os médicos de Medicina Geral e Familiar estão a ficar mais fortes do ponto de vista metodológico”. Quanto às áreas, em 2010 destacam-se as referências e as consultas, sendo que em 2016 há áreas novas, como as determinantes sociais da saúde e os cuidados centrados no doente, e áreas em que se investiga mais, como as guidelines.

O coordenador do CINTESIS questionou porque é que a Medicina Geral e Familiar, especialidade com mais médicos em Portugal, continua a não conseguir internacionalizar o conhecimento que produz.

“Estou empenhado em colaborar o mais possível com a Medicina Geral e Familiar e com os Cuidados de Saúde Primários para modificar esta situação”, declarou,  incentivando os  presentes a recorrerem ao CINTESIS e a utilizarem uma série de infraestruturas e de serviços, como o apoio à criação de projetos e a candidaturas nacionais e internacionais, designadamente no âmbito do Programa Doutoral em Investigação Clínica e Serviços de Saúde.

Altamiro da Costa Pereira lançou mesmo um desafio no sentido da criação de uma “agenda de investigação e inovação para a próxima década” nesta área. Um desafio a que as individualidades presentes se mostraram recetivas.

O responsável anunciou ainda outros estímulos, mais concretamente a criação de um Prémio de Investigação em Medicina Geral e Familiar, a atribuir pelo CINTESIS/MEDCIDS e uma “call” para contratar dois novos assistentes desta área “com perfil de investigação”. O objetivo é abrir a Unidade I&D aos profissionais dos Cuidados de Saúde Primários, dando-lhes condições para que possam investigar.

No debate intitulado “Investigação em Cuidados de Saúde Primários”, participaram ainda Rui Nunes, investigador do CINTESIS, Fernando Moreira, responsável da Unidade de Investigação Clínica da ARS-Norte, e Maria da Luz Loureiro, coordenadora do Internato Comum de MGF da ARS-Norte.

Rui Nunes levou a ética para a discussão, focando-se nos direitos dos doentes enquanto sujeitos de investigação. Segundo o especialista, existe uma questão central: a conciliação do “ethos” do médico, que é o bem-estar do doente, com o “ethos” do investigador, que é o interesse público. Para o investigador do CINTESIS, este é o grande desafio que se coloca na prática, sobretudo após última versão da Declaração de Helsínquia. “Podemos fazer investigação de excelência sem atropelar os direitos fundamentais”, garantiu.

Coordenador do CINTESIS desafia instituições para criação de uma agenda de investigação e inovação em Cuidados de Saúde Primários

IMG 2060

Altamiro da Costa-Pereira, coordenador do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS) e diretor do Departamento em Medicina da Comunidade, Informação e Decisão em Saúde (MEDCIDS) da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), desafiou a comunidade académica, a Ordem dos Médicos, a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-Norte)  e o Internato Comum de Medicina Geral e Familiar para criarem uma agenda comum de investigação clínica e inovação em Cuidados de Saúde Primários.

O repto foi lançado durante um debate sobre “Investigação nos Cuidados de Saúde Primários” que incluiu intervenções de Pimenta Marinho (presidente da ARS-Norte), António Araújo (Presidente da SRNOM), Rui Nunes (FMUP/CINTESIS), Fernando Ferreira (Unidade de Investigação Clínica  da ARS-Norte) e Maria da Luz Loureiro (Internato Comum de MGF – ARS-Norte), sob a moderação de Alberto Hespanhol. A iniciativa realizou-se no âmbito das Jornadas de Fatores de Risco e Orientações Clínicas em Cuidados de Saúde Primários, que decorreram no dia 2 de março no Centro de Investigação Médica da FMUP. 

Depois de apresentar um diagnóstico pouco animador sobre a relevância da investigação clínica em Medicina Geral e Familiar em Portugal, o professor catedrático questionou “porque é que sendo a especialidade com mais médicos e com maior impacto no normal funcionamento do Sistema Nacional de Saúde, a Medicina Geral e Familiar continua a não conseguir inovar e internacionalizar o trabalho que produz”. O especialista em Investigação Clínica diz-se empenhado em colaborar com os investigadores e os profissionais desta especialidade médica, com o objetivo de alterar esta situação de forma evidente na próxima década.

Altamiro da Costa Pereira lembrou que “existem no terreno programas de formação mais básica e mais avançada para estes profissionais, mas há ainda obstáculos à adesão dos médicos de família a estes programas de treino” e lembrou que, ao abrigo do Programa Doutoral em Investigação Clínica e Serviços de Saúde, os investigadores podem beneficiar de todo o apoio providenciado pelo CINTESIS para a criação e implementação dos projetos científicos.

O especialista em Investigação Clínica e Medicina baseada na Evidência apelou aos jovens investigadores presentes no evento, à OM, à ARS-Norte e aos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) e Unidades de Saúde Familiar (USF) para que cooperassem no sentido de “se fazer um levantamento sério dos projetos que estão a ser desenvolvidos nesta área em todo o país”. A partir daí será possível definir prioridades e fazer o que for preciso para aumentar a quantidade e a qualidade da investigação clínica em Medicina Geral e Familiar, bem como o impacto desses esforços junto da população que os médicos servem.

Reforçando a ideia de que “a credibilidade e prestígio da Medicina Geral e Familiar se fazem não só da excelência na prática clínica, mas também da excelência da sua investigação”, o coordenador do CINTESIS apelou aos investigadores presentes para que promovessem um Seminário em Investigação e Inovação em Cuidados de Saúde Primários que congregasse trabalhos de reconhecido mérito, prometendo patrocinar através um prémio para o melhor projeto apresentado.

O diretor do MEDCIDS anunciou ainda que está para breve a abertura de uma call for interest para a contratação de dois novos assistentes convidados para reforçar a equipa de docentes e de investigadores do MEDCIDS, na área dos Cuidados de Saúde Primários.

Recorde-se que as Jornadas de Fatores de Risco e Orientações Clínicas em Cuidados de Saúde Primários vão já na sua oitava edição, sob a liderança de Luciana Couto, professora do MEDCIS e especialista em Medicina Geral e Familiar.

CINTESIS News - Newsletter

Subscreva a nossa newsletter e receba as nossas notícias diretamente no seu email.

 

Siga-nos

 facebook 001  Linkedin 001  RSS 001

 

 

CINTESIS new

FMUP   ICBAS  UA   NOVA   UALG   UALG   ISEP  ESEP

FCT  QREN    UE

© CINTESIS - Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde
Faculdade de Medicina da Universidade do Porto