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Presidente da República em Ciclo de Conferências coordenado por investigador do CINTESIS

Rui Nunes, investigador do CINTESIS - Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde, coordena o Ciclo de Conferências “Igualdade de Género: Um Desafio para a Década”, que se realizará amanhã, dia 18 de fevereiro, a partir das 15h30, em Coimbra, com a presença do Presidente da República.

Marcelo Rebelo de Sousa irá presidir à sessão de abertura, que contará também com a participação do bastonário da Ordem dos Médicos, do secretário-geral da União Geral de Trabalhadores, do presidente do SINDITE, da presidente da União Geral de Trabalhadores, do presidente da Câmara Municipal de Coimbra e do presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, em cujas instalações decorrerá o evento.

“A Igualdade de Género na Política e nos Média” e “A Igualdade de Género no Direito Português” são os temas dos dois painéis, cujo início está marcado para as 16h00 e para as 17h45, respetivamente.

Além de investigador do CINTESIS e MEDCIDS, Rui Nunes é professor catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e líder do Departamento de Investigação da Cátedra de Bioética da UNESCO (Haifa), cujo objetivo é dinamizar as principais questões de Bioética da atualidade.

Igualdade

Curso Básico de Investigação Clínica (CuBIC) – Candidaturas até 22 Fev

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Curso Básico de Investigação Clínica (CuBIC) – Candidaturas até 22 Fev

Estão abertas, até ao próximo dia 22 de fevereiro, as candidaturas para o Curso Básico de Investigação Clínica (CuBIC).

Desenvolvido pelo Departamento de Medicina da Comunidade, Informação e Decisão em Saúde (MEDCIDS) da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, com o apoio do  CINTESIS – Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde, o curso terá lugar entre 25 de março e 20 de maio de 2017 (sextas e sábados).

Este curso está estruturado em quatro módulos, orientados para fornecer conhecimentos básicos nas áreas da metodologia de investigação, bioestatística e publicação científica e destina-se a médicos especialistas, internos de especialidade, internos do ano comum, estudantes de Medicina e outros profissionais de saúde.

A coordenação científica está a cargo dos professores universitários João Fonseca e Altamiro da Costa Pereira. Todos os restantes docentes são docentes/colaboradores do MEDCIDS-FMUP e membros do CINTESIS.

Mais informações em http://cides.med.up.pt/cubic/.

ESTUDO CINTESIS: Um em cada dez abortos leva à hospitalização da mulher

Dez anos depois da realização do referendo sobre a despenalização do aborto, um estudo desenvolvido no Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS) revela que o número de hospitalizações associadas ao aborto subiu a partir de 2001, tendo aumentando consideravelmente nos anos que se seguiram à liberalização. A partir de 2010, registou-se uma diminuição do número médio de hospitalizações por cada aborto realizado.

A equipa de investigação do CINTESIS recolheu os registos das hospitalizações devido a abortos realizados em todos os hospitais públicos em Portugal continental. O número total de abortos realizados durante o período em estudo foi obtido através do Instituto Nacional de Estatística (INE). “Os resultados revelaram que o número de hospitalizações associadas à prática legal do aborto subiu de 618 em 2000 para 1259 casos em 2014, tendo atingido um pico em 2010, com 1603 hospitalizações registadas”, clarificam os autores.

Desde que a Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) foi legalizada em Portugal, em 2007, observou-se uma “redução do rácio de abortos que obrigaram ao internamento hospitalar das mulheres”, constatam Manuel Gonçalves Pinho e João Vasco Santos, autores deste trabalho publicado no European Journal of Obstetrics & Gynecology and Reproductive Biology. Ou seja, “dividindo o número de hospitalizações pelo número total de abortos legais realizados, obtivemos um valor menor”, explicam.

“Antes da liberalização, cada aborto levava aproximadamente a uma hospitalização. Mas esta tendência alterou-se e atualmente apenas 10% do número total de abortos resulta em internamento hospitalar”, sublinha Alberto Freitas, líder da investigação. A proporção de hospitalizações de emergência, de complicações clínicas e os dias de internamento também baixaram no período analisado.

“A prática do aborto é realizada em regime de ambulatório, sem necessidade de internamento hospitalar em mais de 90% dos casos, apresentando uma taxa de complicações na sua maioria de baixa gravidade”, salienta Antónia Costa, médica especialista em Ginecologia e Obstetrícia e coautora do estudo.

Recorde-se que a IVG, em Portugal, foi legalizada por referendo em 2007 e é permitida até às 10 semanas de gravidez a pedido da mulher, independentemente das razões. Pode ser realizado no sistema nacional de saúde ou, em alternativa, em estabelecimentos de saúde privados autorizados. Apenas a própria mulher poderá fazer o pedido de interrupção da gravidez, salvo no caso de ser psiquicamente incapaz. Nos casos de mulheres com menos de 16 anos é necessária a autorização do responsável legal para a sua realização.

Para além da opção da mulher, o aborto é permitido até às 16 semanas em caso de violação ou crime sexual (não sendo necessário que haja queixa policial), até às 24 semanas em caso de malformação do feto e em qualquer momento da gravidez em caso de risco para a grávida ("perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida") ou no caso de fetos inviáveis.

Dez anos depois da realização do referendo sobre a despenalização do aborto, um estudo desenvolvido no Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS) revela que o número de hospitalizações associadas ao aborto subiu a partir de 2001, tendo aumentando consideravelmente nos anos que se seguiram à liberalização. A partir de 2010, registou-se uma diminuição do número médio de hospitalizações por cada aborto realizado.

A equipa de investigação do CINTESIS recolheu os registos das hospitalizações devido a abortos realizados em todos os hospitais públicos em Portugal continental. O número total de abortos realizados durante o período em estudo foi obtido através do Instituto Nacional de Estatística (INE). “Os resultados revelaram que o número de hospitalizações associadas à prática legal do aborto subiu de 618 em 2000 para 1259 casos em 2014, tendo atingido um pico em 2010, com 1603 hospitalizações registadas”, clarificam os autores.

Desde que a Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) foi legalizada em Portugal, em 2007, observou-se uma “redução do rácio de abortos que obrigaram ao internamento hospitalar das mulheres”, constatam Manuel Gonçalves Pinho e João Vasco Santos, autores deste trabalho publicado no European Journal of Obstetrics & Gynecology and Reproductive Biology. Ou seja, “dividindo o número de hospitalizações pelo número total de abortos legais realizados, obtivemos um valor menor”, explicam.

“Antes da liberalização, cada aborto levava aproximadamente a uma hospitalização. Mas esta tendência alterou-se e atualmente apenas 10% do número total de abortos resulta em internamento hospitalar”, sublinha Alberto Freitas, líder da investigação. A proporção de hospitalizações de emergência, de complicações clínicas e os dias de internamento também baixaram no período analisado.

“A prática do aborto é realizada em regime de ambulatório, sem necessidade de internamento hospitalar em mais de 90% dos casos, apresentando uma taxa de complicações na sua maioria de baixa gravidade”, salienta Antónia Costa, médica especialista em Ginecologia e Obstetrícia e coautora do estudo.

Recorde-se que a IVG, em Portugal, foi legalizada por referendo em 2007 e é permitida até às 10 semanas de gravidez a pedido da mulher, independentemente das razões. Pode ser realizado no sistema nacional de saúde ou, em alternativa, em estabelecimentos de saúde privados autorizados. Apenas a própria mulher poderá fazer o pedido de interrupção da gravidez, salvo no caso de ser psiquicamente incapaz. Nos casos de mulheres com menos de 16 anos é necessária a autorização do responsável legal para a sua realização.

Para além da opção da mulher, o aborto é permitido até às 16 semanas em caso de violação ou crime sexual (não sendo necessário que haja queixa policial), até às 24 semanas em caso de malformação do feto e em qualquer momento da gravidez em caso de risco para a grávida ("perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida") ou no caso de fetos inviáveis.

Seminários de Codificação Clínica - Fevereiro

Seminários de Codificação Clínica a decorrer Sexta-feira 10 de fevereiro às 17:00 na sala 4 do CIM - FMUP

Programa:

  1. o 7º caracter indicativo do feto em códigos de obstetrícia
  2. incumprimento terapêutico e subdosagem
  3. cuidados posteriores em ortopedia
  4. procedimentos mais comuns em Cirurgia Vascular
  5. root operation Control:
  6. root operation Alteration: o que é cirurgia estética?
  7. root operation Transfer: retalhos livres e retalhos pediculados
  8. root operation Introduction:
    • terapêutica oral e outras
    • esvaziamento uterino
  9. procedimentos a não codificar
  10. SIMH e GDH de exceção

Se está interessado inscreva-se em https://goo.gl/vcNS9D

ESTUDO CINTESIS: Doentes com gastrite severa devem ser vigiados de 3 em 3 anos

Uma equipa de investigadores do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS) alerta para a necessidade de os pacientes com gastrite serem vigiados de 3 em 3 anos, como forma de prevenir a evolução desta doença para cancro gástrico.  A recomendação já tinha sido feita por sociedades científicas nacionais e internacionais, mas faltava informação relativamente aos custos que a aplicação desta medida acarretaria para os Sistemas de Saúde. Agora, os mesmos investigadores acrescentam que o custo associado a esta política de Saúde Pública é de pouco mais de 18 mil euros por ano de vida salvo, sendo assim considerado comportável pelo Sistema Nacional de Saúde.

Miguel Areia, investigador do CINTESIS e clínico no IPO de Coimbra, sublinha que “o cancro gástrico representa um problema de saúde a nível global. As elevadas taxas de incidência e de mortalidade desta patologia fazem dela o quinto tumor mais comum e a terceira causa de morte por cancro. Em Portugal, este tipo de cancro é especialmente prevalente na zona Norte do país, afetando 13 por cada 100 mil habitantes – um nível muito acima dos padrões europeus.

Porque é que há mais cancro gástrico no Norte de Portugal? De acordo com o especialista, há fatores ambientais que contribuem para esta realidade, nomeadamente o consumo excessivo de sal, de fumados e os hábitos tabágicos. Há ainda uma componente genética que não deve ser esquecida. Acresce que 80% dos portugueses estão infetados pelo Helicobacter pylori – uma bactéria que se instala no estômago podendo, com o decorrer dos anos, facilitar o aparecimento de doenças do foro digestivo. “E entre a população do Norte de Portugal encontram-se níveis elevados de Helicobacter logo aos 20 anos de idade”, esclarece o gastrenterologista, que recorda que é mais tarde, sobretudo depois dos 50 anos, que os sintomas gástricos se manifestam.

“A maioria dos casos está relacionada com infeção por Helicobacter pylori e outros agentes ambientais e, portanto, a incidência aumenta com a idade. Devido ao envelhecimento das populações, nomeadamente em Portugal, estima-se que a incidência e a mortalidade associadas a cancro gástrico aumentem nos próximos 20 anos”, nota Mário Dinis-Ribeiro, líder do grupo de investigação em cancro do estômago do CINTESIS e médico no IPO do Porto.

O cancro do estômago pode ocorrer após vários anos de progressão de uma condição benigna como a gastrite. A endoscopia é o primeiro exame a ser efetuado para o diagnóstico destas condições pré-malignas que devem ser avaliadas e graduadas, sendo que só as mais severas têm necessidade de ser seguidas. “Os médicos devem ser ensinados a fazer esta triagem de forma eficiente para se garantir de que os doentes em maior risco são, efetivamente, vigiados de mais perto”.

A endoscopia digestiva alta é o procedimento de eleição para diagnosticar as doenças do sistema digestivo que envolvem o esófago, o estômago e o duodeno. É um método disponível na maioria das instituições de saúde, preciso e relativamente pouco invasivo, mas “os seus custos de utilização impedem que seja adotado como ferramenta de triagem para o cancro gástrico na maioria dos cenários clínicos”.

Para além de Miguel Areia e Mário Dinis-Ribeiro, o trabalho contou com a colaboração de Francisco Rocha Gonçalves, investigador do CINTESIS e membro do IPO do Porto.

CINTESIS leva Informática Biomédica ao Brasil

Ricardo Cruz Correia, investigador do Centro de Investigação em Tecnologia e Serviços de Saúde (CINTESIS) e docente da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), foi convidado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (Brasil) para ministrar uma webconferência especial intitulada “Educação em Informática Biomédica: O Estado da Arte em Portugal e no Brasil”.

Organizada pelo Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (FAMED/UFC),a iniciativa faz parte da estratégia para a criação do Grupo de Interesse Especial  da Rede Universitária de Telemedicina (Rede RUTE) intitulada Educação em Informática Biomédica. “A ideia é fomentar o debate sobre a Informática Biomédica no Brasil, tendo como base a experiência bem sucedida da universidade portuguesa”, explica Luiz Roberto de Oliveira, da FAMED/UFC.

Rede RUTE é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações do Brasil que visa apoiar o aperfeiçoamento de projetos em Telemedicina em universidades públicas e hospitais universitários, estimulando a colaboração entre os parceiros, por meio de vídeos e webconferências, palestras e teleconsultas, por exemplo.

“A Rede traz impactos positivos nos serviços médicos já existentes no país, permitindo a adoção de medidas simples e de baixo custo que diminuem a carência de especialistas e proporcionam treinamento e capacitação de profissionais da área médica sem deslocamento para os centros de referência”, explicam os académicos brasileiros.

Para além do especialista português, participará no evento Zilma Reis, docente  da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (Brasil) e colaboradora externa do CINTESIS, que se prepara para iniciar a oferta do ensino da informática biomédica nessa instituição.

Note-se que Ricardo Cruz Correia integra há 17 anos o agora denominado Departamento de Medicina da Comunidade, Informação e Decisão em Saúde da FMUP, cuja missão passa pela criação, difusão e aplicação de conhecimento nas áreas de Bioestatística, Bioética e Informática Médica. Para além disso, lidera um importante grupo de investigação do CINTESIS (In4Health), integra três spin-offs (VirtualCareHealthySystems e IS4Health) com atividade associada às Tecnologias da Saúde e fundou o Mestrado em Informática Médica da U.Porto.

A webconferência está marcada para dia 26 de janeiro, às 14h00 (horário de Portugal).

A iniciativa é aberta ao público. Os interessados podem assistir ao evento através do link http://webconf2.rnp.br/rutehuwcufc.

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