• Cintesis encontro
  • digiscope
  • Cintesis 2015
  • plos one
  • mb
  • CINTESIS realizou Encontro com uma centena de investigadores + info
  • Inovação da U.Porto rastreia doenças cardíacas em crianças brasileiras - DigiScope - + info
  • Centro de investigação em tecnologias e serviços de saúde é lançado no Porto + info
  • “Portugueses consideram que devem realizar mais exames médicos do que os indicados” | Prof. Doutor Altamiro Costa-Pereira, Doutor Luís Azevedo, Dra Orquídea Ribeiro; CINTESIS researchers +info
  • “Mentes que brilham” | Prof. Doutora Goreti Sales + info

CINTESIS junta U.Porto e Nova Lisboa

 Cintesis Nova

 

No passado dia 15 de dezembro, foi assinado um protocolo de colaboração entre a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) e a Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa (NOVA Medical School), através do CINTESIS – Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde.

Firmado por Altamiro da Costa Pereira (coordenador do CINTESIS), Maria Amélia Ferreira (diretora da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto) e Jaime da Cunha Branco (diretor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa), este protocolo vai permitir a criação do polo de investigação CINTESIS.NOVA, cuja missão passará, numa primeira fase, por reforçar a investigação clínica nacional nas áreas das Ciências da Nutrição, da Gastrenterologia e da Imunoalergologia.

Durante a cerimónia foi abordada a possibilidade de, pela primeira vez, três escolas médicas nacionais – a FMUP, a FCM-UNL e o ICBAS – apresentaram uma candidatura conjunta à Fundação para a Ciência e a Tecnologia, sob a chancela do CINTESIS.

Altamiro da Costa Pereira entende que “a apresentação de uma candidatura que englobe estas três instituições de Ensino e Investigação poderá constituir o embrião que dará lugar, posteriormente, à criação de uma grande unidade de Investigação Clínica e Saúde Pública, dotada de dimensão, recursos e massa crítica suficientes para o tornar competitivo a nível internacional”.

Plataforma de Educação para a Saúde METIS completa um ano

metis

METIS – Educação para a Saúde, uma plataforma online que congrega artigos sobre saúde numa linguagem clara e acessível, acaba de completar um ano de atividade.

Liderado por Paulo Santos, este projeto do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços da Saúde (CINTESIS) e da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) já fez publicar mais de cem artigos sobre “todos os assuntos na área da promoção e da educação para a saúde”.

Desde informações sobre vacinação, stress, tosse convulsa, depressão…são muitos os tópicos de saúde que já foram explorados nesta plataforma. “Tentamos desconstruir temas importantes com impacto na vida e na saúde dos cidadãos de forma a melhorar o acesso à informação. Por outro lado, é também um canal de comunicação direto em que o cidadão poderá gerar uma pergunta (dúvida) que será objeto de uma resposta. Esta resposta poderá também interessar a outras pessoas e poderá ser incorporada no repositório (foi assim que se construiu o artigo sobre o vírus Zika, por exemplo)”, explica o investigador do CINTESIS.

O objetivo do projeto é claro: “melhorar a literacia dos leitores”, ou seja, a capacidade de obter, processar e entender a informação básica em saúde, bem como o conhecimento dos serviços necessários para fazer escolhas informadas. Nesse âmbito, a plataforma funciona ainda como “um repositório de artigos de educação para a saúde, mantendo uma linguagem clara e acessível à população, maioritariamente pouco habituada ao jargão e sobretudo ao raciocínio médico”.

Paulo Santos, que é também professor do Departamento de Medicina da Comunidade, Informação e Decisão em Saúde da FMUP, explica que a ideia surgiu no âmbito “dos múltiplos projetos de promoção e educação para a saúde que foram orientados com os estudantes de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina, onde fomos amadurecendo a ideia de poder vir a concretizar um projeto abrangente que pudesse criar valor para a população em termos de melhorar conhecimentos, aptidões e atitudes que possibilitem melhores opções e portanto melhor saúde”.

Com mais de 100 artigos publicados, o METIS tem beneficiado de colaboração de múltiplos autores, tais como estudantes de Medicina, médicos internos e especialistas de Medicina Geral e Familiar, Saúde Pública e Pediatria, e enfermeiros. Mas está “aberto a todos quantos queiram colaborar e que aceitem os princípios de rigor científico e da simplicidade de discurso”, esclarece Paulo Santos.

“Esta é uma contribuição que julgamos válida e o feedback que vamos tendo aponta também nesse sentido. As pessoas que consultam o nosso site notam que há uma preocupação muito grande no rigor e isso é uma marca que queremos preservar pois é distintiva em relação a outros projetos com que nos vamos cruzando no ambiente da net”, finaliza o investigador do CINTESIS.

Construída em 2015 com financiamento atribuído pela Fundação Calouste de Gulbenkian, a plataforma foi para o “ar” no dia 17 de janeiro de 2016, a par do lançamento de uma página no Facebook e mais tarde de um grupo no Linkedin.

Seminários de Codificação Clínica

Seminários de Codificação Clínica a decorrer Sexta-feira 13 de janeiro às 17:00

O MEDCIDS vai iniciar em 2017 a organização de seminários de Codificação Clínica pela ICD-10-CM/PCS. Esta actividade de codificação clínica, que é realizada por médicos codificadores nos hospitais do SNS desde 1989, foi implementada tendo em vista o financiamento hospitalar através dum pagamento prospetivo baseado em Grupo de Diagnósticos Homogéneos (GDH).

Classificando os diagnósticos e os procedimentos de cada episódio de cuidados hospitalares e agrupando-os em GDH consegue caraterizar-se a produção hospitalar e, simultaneamente, constituir uma base de dados abrangente e representativa quer das patologias quer dos procedimentos realizados. É, por isso, uma atividade fundamental para decisão em saúde. Os hospitais investem recursos significativos para garantir o cumprimento atempado desta tarefa.

Em 1-01-2017 o sistema de classificação que, até agora, se baseava na Modificação Clínica da 9ª versão da Classificação Internacional de Doenças (ICD-9-CM) foi substituído pela modificação clínica da 10ª versão (ICD-10-CM para diagnósticos e ICD-10-PCS para os procedimentos), algo que mesmo nos EUA só recentemente aconteceu (1-10-2015).

O MEDCIDS é utilizador de longa data da informação que resulta desta codificação clínica que é acumulada e gerida pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) na chamada Base de Dados Nacional de Grupo de Diagnóstico Homogéneos. Outras instituições académicas e não só, bem como muitos investigadores se têm baseado nesta informação codificada. O Mestrado em Informática Médica da FMUP desde a sua primeira edição que incluiu no programa curricular as capacidades e as ferramentas de análise necessárias para utilizar esta BD.

Por todos estes motivos se considera que a atividade de codificação clínica poderá beneficiar de ajuda de que resulte melhor qualidade, conformidade e representatividade. Estes seminários, orientados para a divulgação, discussão e aplicação das Guidelines e de várias outras instruções na utilização dos códigos das ICD-10-CM/PCS poderão ser uma forma dessa ajuda.

Os preletores serão o Dr. Fernando Lopes, formador nos cursos de codificação clínica organizados pela ACSS e especialistas em áreas médicas cuja codificação esteja em causa.

Todos os médicos codificadores interessados são convidados. A frequência é livre embora se peça uma inscrição para a gestão logística e administrativa.

O programa do primeiro dos seminários, que serão mensais, é o seguinte:

  1. Algumas Body parts
  2. Diabetes e descompensação
  3. Hipertensão e doença cardíaca
  4. Hipertensão e doença renal crónica
  5. Complicações de cuidados médicos e cirúrgicos
  6. Episódio inicial de cuidados e episódio subsequente
  7. Acessos vasculares
  8. Anastomoses em body parts tubulares
  9. Laparoscopia, via aberta, e assistência laparoscópica

Se está interessado inscreva-se em https://goo.gl/vcNS9D

CINTESIS representado na nova direção da SPAIC

image001

Foto: JustNews (DR)

João Fonseca, do grupo de investigação EvidenS do CINTESIS (Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde), integra a nova equipa diretiva da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), na qualidade de vice-presidente.

A SPAIC será presidida, entre 2017 e 2019, por Elisa Pedro, médica alergologista e docente da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. Para além de João Fonseca, a nova equipa diretiva da SPAIC conta com a colaboração de Emília Faria, Pedro Martins, Manuel Branco Ferreira, Ana Morête e Rodrigues Alves.

De acordo com a nova presidente da SPAIC, a nova Direção tem como missão “a consolidação do rumo de crescimento e notoriedade da SPAIC, contando com a participação de todos os associados e parceiros, no sentido de contribuir para a inovação e excelência no panorama nacional das doenças imunoalérgicas”.

Recorde-se que João Fonseca é professor do Departamento de Medicina da Comunidade, Informação em Decisão em Saúde (MEDCIDS) da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP). É um investigador de referência na área das doenças respiratórias crónicas. Esteve envolvido em inúmeros projetos científicos sobre asma, sendo de destacar o CASCA – Custo da Asma na Criança e o Control and Burden of Asthma and Rhinitis, financiados pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, e uma investigação integrada no programa Harvard Medical School Portugal, que permitiu a criação de conteúdos e de ferramentas sobre vários aspetos das doenças crónicas das vias aéreas, que foram incorporados numa plataforma Web.

A tomada de posse decorreu no passado dia 12 de dezembro, na seda da SPAIC, em Lisboa.

CINTESIS pede à Assembleia da República legislação sobre iodo

Foto iodo
Foto: Equipa CINTESIS na Reunião da Comissão da Saúde de 14 de dezembro de 2016

Uma equipa de investigadores do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS) esteve na Assembleia da República no dia 14 de dezembro, para uma audição com a Comissão Parlamentar da Saúde. Em causa esteve uma proposta de legislação apresentada pela equipa do projeto IoGeneration que dita a fortificação do sal com iodo.

Liderado por Conceição Calhau, o projeto de investigação IoGeneration avaliou os níveis de iodo das crianças do Norte do país em idade escolar. Os resultados obtidos preocuparam os especialistas – um terço das crianças avaliadas apresentou níveis deficitários de iodo, um nutriente fundamental para o desenvolvimento cognitivo.

“A criação de uma lei que obrigue à iodização universal de todo o sal para consumo humano, de forma que, com baixo consumo de sal, se consiga o aporte necessário de iodo é uma forma simples de resolver este problema”, explica a investigadora principal da linha de investigação ProNutri, do CINTESIS.

O iodo pode ser ingerido através do consumo de sal iodado, de alimentos do mar (como peixes, mariscos e algas) e de frutas e legumes cultivados em terras perto do mar. O aporte insuficiente deste nutriente compromete a produção de hormonas da tiroide, essenciais para o desenvolvimento cognitivo e para o crescimento saudável das crianças. Apesar da sensibilização da Organização Mundial de Saúde (OMS) para uma ingestão adequada de iodo, estima-se que em todo o mundo um terço das crianças apresente níveis insuficientes deste mineral.

“Vários países já iniciaram programas alimentares de suplementação de iodo, mas Portugal não dispõe ainda de dados robustos nem de políticas alimentares sobre esta questão”, nota a investigadora, defendendo que é fundamental criar vontade política de resolver este “grave problema de Saúde Pública”, quer através da adoção de medidas legislativas, quer através da sensibilização da população para esta questão e da monitorização regular dos níveis de iodo e de outros nutrientes na população nacional.

O CINTESIS é uma Unidade de I&D da Universidade do Porto, com sede na Faculdade de Medicina. Agrega investigadores de outras entidades, nomeadamente do Instituto de Ciências Abel Salazar, da Escola Superior de Enfermagem, do Instituto Superior de Engenharia do Porto, da NOVA Medical School e das Universidades de Aveiro, do Algarve e da Madeira.

Olga Estrela Magalhães
Media Relations Specialist

Palestra "Um novo paradigma da Saúde"

Na próxima sexta-feira, dia 16/Dez pelas 16:00 horas, irá decorrer, na sala 4 do CIM (FMUP), a palestra do Dr. Fernando Gomes da Costa da ARS Centro sobre a utilização da Telemedicina em Portugal. Numa apresentação intitulada "Um novo paradigma da Saúde" de um dos membros do Grupo de Trabalho de Telemedicina (representando a ARS Centro) da SPMS, iremos ter uma visão do impacto da Telemedicina no sistema de saúde em Portugal, com foco na região centro.

Médico chefe de serviço de Clínica Geral na região centro, com experiência na saúde mental e doenças cardiovasculares, o Dr. Fernando Gomes da Costa tem estado ligado às áreas tecnológicas. Criador e gestor site www.sexualidades.com em 1998, é desde 2000 consultor/assessor na Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) para telemedicina e para as TICs aplicadas à saúde. É sócio fundador da Associação de Portuguesa de Telemedicina e também sócio fundador e membro da Direção da Associação Ibérica de Telemedicina e TeleSaúde.

A entrada é livre.

CINTESIS News - Newsletter

Subscreva a nossa newsletter e receba as nossas notícias diretamente no seu email.

 

Siga-nos

 facebook 001  Linkedin 001  RSS 001

 

 

CINTESIS

FMUP  ICBAS 1  UALG  UA  ISEP  ESEP

© CINTESIS - Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde
Faculdade de Medicina da Universidade do Porto