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FASTinov conquista a chancela U.Porto Spin-off

FASTinov Team sigarra

Na foto (da esquerda para a direita): João Paulo Costa (Chief Operating Officer); Cidália Pina Vaz (Chief Executive Officer); Inês Oliveira (Lab Technician); Sofia Costa de Oliveira (Chief Scientific Officer); Rita Teixeira dos Santos (Production Manager); Nádia Marques (Lab Technician); Ana Silva Dias (Quality Manager).

A FASTinov, nascida no CINTESIS, acaba de conquistar a chancela U.Porto Spin-off, tornando-se, assim, na terceira startup da Unidade de I&D a obter este reconhecimento.

Liderada por Cidália Pina Vaz, a FASTinov está a desenvolver tecnologia disruptiva, já patenteada, para a realização de testes mais rápidos e fiáveis de suscetibilidade antimicrobiana no contexto da prestação de cuidados de saúde.

O objetivo desta spin-off é oferecer um teste que determina a suscetibilidade das bactérias aos antibióticos em apenas uma a duas horas, em vez das 48 horas necessárias nos testes standard utilizados, permitindo suportar as decisões clínicas de forma célere e salvar vidas.

A emergência de resistências aos antibióticos é um importante problema médico e económico a nível global, pelo que a tecnologia desenvolvida pela FASTinov irá contribuir para reduzir os custos com medicamentos e hospitalizações, diminuir os casos de falência terapêutica e combater as resistências aos antibióticos.

Em 2016, a FASTinov tornou-se na primeira PME nacional a liderar um consórcio europeu no âmbito do programa FTI (Fast Track to Innovation), um instrumento do Horizonte 2020 para promoção da inovação na fase de aproximação ao mercado, tendo-lhe sido atribuídos 2,6 milhões de euros para lançar o kit de diagnóstico clínico no mercado.

Além da FASTinov, existem mais duas empresas nascidas no CINTESIS com a chancela U.Porto Spin-off (a VirtualCare e a Healthy Systems).
Atribuída pela U.Porto Inovação (UPIN), a chancela U.Porto Spin-off é usada para designar novas empresas criadas com o objetivo de explorar novos produtos e serviços de base tecnológica e inovadora, nascidas a partir de ideias ou processos do I&D gerados da U.Porto. 

Investigação em foco nas Jornadas de Fatores de Risco e Orientações Clínicas em Cuidados de Saúde Primários

Jornadas notícia 3 março

É possível fazer clínica e investigação em simultâneo na área dos Cuidados de Saúde Primários (CSP)? Luciana Couto, professora do Departamento em Medicina da Comunidade, Informação e Decisão em Saúde (MEDCIDS) da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) e especialista em Medicina Geral e Familiar, acredita que não só é possível, como é desejável.


No âmbito das VIII Jornadas de Fatores de Risco e Orientações Clínicas em Cuidados de Saúde Primários, organizadas pelo MEDCIDS, a responsável lançou o repto às várias entidades presentes para que se organizem e reúnam esforços no sentido de alavancar a investigação realizada por especialistas em Medicina Geral e Familiar e por outros profissionais dos CSP.

A participar neste evento estiveram, entre outros, o coordenador do CINTESIS e diretor do MEDCIDS, Altamiro da Costa Pereia, o presidente da Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos (SRNOM), António Araújo, o Presidente da Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-Norte), Pimenta Marinho, e o representante do Conselho Executivo da FMUP, Filipe Macedo.

Para provar que é possível ver doentes e fazer investigação clínica ao mesmo tempo, Luciana Couto deu o exemplo de Luísa Sá, investigadora do CINTESIS e médica na Unidade de Saúde Familiar Nova Via, que acaba de apresentar um estudo sobre o perfil de prescrição de meios complementares de diagnóstico e terapêutica (MCDTS), realizado no âmbito do seu doutoramento.

Já Alberto Hespanhol, também do MEDCIDS, não se mostrou tão otimista, recordando que as dificuldades de financiamento levam muitas pessoas a desistirem da investigação.  

O próprio Presidente da Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos (SRNOM), António Araújo, lamentou que, atualmente, os médicos não tenham tempo para fazer investigação, enquanto o presidente da ARS-Norte reconheceu que “o ambiente legislativo não a favorece nem a estimula”.

Para o coordenador do CINTESIS, esta é “uma pescadinha-de-rabo-na-boca”. “É preciso criar o ovo para além da galinha”, afirmou. Altamiro da Costa Pereira observou, a propósito, que “o número de publicações saídas da Medicina Geral e Familiar portuguesa é francamente reduzido”, embora se note uma “melhoria metodológica” e “novas tendências” nas áreas investigadas.

De facto, numa análise que realizou ao “Top 5” das revistas internacionais em Medicina Geral e Familiar, o responsável observou uma evolução positiva nos últimos anos quer nos métodos, quer nas áreas de investigação. Em 2010 predominavam os questionários e os inquéritos, seguidos por estudos transversais e de follow-up. Em 2016, “começam a aparecer cada vez mais as meta-análises e métodos mais robustos do ponto de vista de análise estatística, o que traduz que os médicos de Medicina Geral e Familiar estão a ficar mais fortes do ponto de vista metodológico”. Quanto às áreas, em 2010 destacam-se as referências e as consultas, sendo que em 2016 há áreas novas, como as determinantes sociais da saúde e os cuidados centrados no doente, e áreas em que se investiga mais, como as guidelines.

O coordenador do CINTESIS questionou porque é que a Medicina Geral e Familiar, especialidade com mais médicos em Portugal, continua a não conseguir internacionalizar o conhecimento que produz.

“Estou empenhado em colaborar o mais possível com a Medicina Geral e Familiar e com os Cuidados de Saúde Primários para modificar esta situação”, declarou,  incentivando os  presentes a recorrerem ao CINTESIS e a utilizarem uma série de infraestruturas e de serviços, como o apoio à criação de projetos e a candidaturas nacionais e internacionais, designadamente no âmbito do Programa Doutoral em Investigação Clínica e Serviços de Saúde.

Altamiro da Costa Pereira lançou mesmo um desafio no sentido da criação de uma “agenda de investigação e inovação para a próxima década” nesta área. Um desafio a que as individualidades presentes se mostraram recetivas.

O responsável anunciou ainda outros estímulos, mais concretamente a criação de um Prémio de Investigação em Medicina Geral e Familiar, a atribuir pelo CINTESIS/MEDCIDS e uma “call” para contratar dois novos assistentes desta área “com perfil de investigação”. O objetivo é abrir a Unidade I&D aos profissionais dos Cuidados de Saúde Primários, dando-lhes condições para que possam investigar.

No debate intitulado “Investigação em Cuidados de Saúde Primários”, participaram ainda Rui Nunes, investigador do CINTESIS, Fernando Moreira, responsável da Unidade de Investigação Clínica da ARS-Norte, e Maria da Luz Loureiro, coordenadora do Internato Comum de MGF da ARS-Norte.

Rui Nunes levou a ética para a discussão, focando-se nos direitos dos doentes enquanto sujeitos de investigação. Segundo o especialista, existe uma questão central: a conciliação do “ethos” do médico, que é o bem-estar do doente, com o “ethos” do investigador, que é o interesse público. Para o investigador do CINTESIS, este é o grande desafio que se coloca na prática, sobretudo após última versão da Declaração de Helsínquia. “Podemos fazer investigação de excelência sem atropelar os direitos fundamentais”, garantiu.

Coordenador do CINTESIS desafia instituições para criação de uma agenda de investigação e inovação em Cuidados de Saúde Primários

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Altamiro da Costa-Pereira, coordenador do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS) e diretor do Departamento em Medicina da Comunidade, Informação e Decisão em Saúde (MEDCIDS) da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), desafiou a comunidade académica, a Ordem dos Médicos, a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-Norte)  e o Internato Comum de Medicina Geral e Familiar para criarem uma agenda comum de investigação clínica e inovação em Cuidados de Saúde Primários.

O repto foi lançado durante um debate sobre “Investigação nos Cuidados de Saúde Primários” que incluiu intervenções de Pimenta Marinho (presidente da ARS-Norte), António Araújo (Presidente da SRNOM), Rui Nunes (FMUP/CINTESIS), Fernando Ferreira (Unidade de Investigação Clínica  da ARS-Norte) e Maria da Luz Loureiro (Internato Comum de MGF – ARS-Norte), sob a moderação de Alberto Hespanhol. A iniciativa realizou-se no âmbito das Jornadas de Fatores de Risco e Orientações Clínicas em Cuidados de Saúde Primários, que decorreram no dia 2 de março no Centro de Investigação Médica da FMUP. 

Depois de apresentar um diagnóstico pouco animador sobre a relevância da investigação clínica em Medicina Geral e Familiar em Portugal, o professor catedrático questionou “porque é que sendo a especialidade com mais médicos e com maior impacto no normal funcionamento do Sistema Nacional de Saúde, a Medicina Geral e Familiar continua a não conseguir inovar e internacionalizar o trabalho que produz”. O especialista em Investigação Clínica diz-se empenhado em colaborar com os investigadores e os profissionais desta especialidade médica, com o objetivo de alterar esta situação de forma evidente na próxima década.

Altamiro da Costa Pereira lembrou que “existem no terreno programas de formação mais básica e mais avançada para estes profissionais, mas há ainda obstáculos à adesão dos médicos de família a estes programas de treino” e lembrou que, ao abrigo do Programa Doutoral em Investigação Clínica e Serviços de Saúde, os investigadores podem beneficiar de todo o apoio providenciado pelo CINTESIS para a criação e implementação dos projetos científicos.

O especialista em Investigação Clínica e Medicina baseada na Evidência apelou aos jovens investigadores presentes no evento, à OM, à ARS-Norte e aos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) e Unidades de Saúde Familiar (USF) para que cooperassem no sentido de “se fazer um levantamento sério dos projetos que estão a ser desenvolvidos nesta área em todo o país”. A partir daí será possível definir prioridades e fazer o que for preciso para aumentar a quantidade e a qualidade da investigação clínica em Medicina Geral e Familiar, bem como o impacto desses esforços junto da população que os médicos servem.

Reforçando a ideia de que “a credibilidade e prestígio da Medicina Geral e Familiar se fazem não só da excelência na prática clínica, mas também da excelência da sua investigação”, o coordenador do CINTESIS apelou aos investigadores presentes para que promovessem um Seminário em Investigação e Inovação em Cuidados de Saúde Primários que congregasse trabalhos de reconhecido mérito, prometendo patrocinar através um prémio para o melhor projeto apresentado.

O diretor do MEDCIDS anunciou ainda que está para breve a abertura de uma call for interest para a contratação de dois novos assistentes convidados para reforçar a equipa de docentes e de investigadores do MEDCIDS, na área dos Cuidados de Saúde Primários.

Recorde-se que as Jornadas de Fatores de Risco e Orientações Clínicas em Cuidados de Saúde Primários vão já na sua oitava edição, sob a liderança de Luciana Couto, professora do MEDCIS e especialista em Medicina Geral e Familiar.

CINTESIS convida crianças e pais para demonstração da APP ARCADE

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O CINTESIS está a convidar crianças com asma entre os 4 e os 10 anos de idade e os seus pais para uma sessão de demonstração da APP ARCADE, que irá decorrer no próximo dia 4 de março, sábado, a partir das 15 horas, no átrio da Reitoria da Universidade do Porto. O evento é gratuito e inclui muitas surpresas para uma tarde bem passada.

O objetivo da sessão é que as crianças e os pais experimentem esta nova aplicação móvel, deem a sua opinião e que se divirtam a jogar com o Fred, um pequeno dragão com asma protagonista das aventuras, e com o seu amigo Pix.

Na altura, serão disponibilizados tablets/smartphones aos participantes para que possam explorar os jogos que integram a APP ARCADE, como um jogo de piratas e um jogo de bolas de sabão, sendo que a principal missão é cuidar bem do dragão Fred para que este não fique com asma.

Uma das principais inovações desta aplicação móvel é que, em vez de utilizarem só os dedos, os jogadores têm de soprar para controlar os jogos. Os dados recolhidos através do sopro permitirão, futuramente, analisar parâmetros de função respiratória, fundamentais na monitorização do controlo da asma.

Além de terem a oportunidade de conhecer esta APP em primeira mão, as crianças e pais que se inscreverem no evento estarão a contribuir para o seu desenvolvimento, na medida em que as suas opiniões e sugestões poderão ser incorporadas no produto final, que será lançado brevemente no mercado.

No futuro, a aplicação deverá constituir-se como uma ferramenta divertida e útil para o seguimento das crianças com asma, permitindo, inclusivamente, detetar situações de emergência.

A aplicação móvel ARCADE (combinação de “ar” e jogos de arcada) resulta da investigação realizada pela MEDIDA, spin-off do CINTESIS, com a coordenação de João Fonseca, médico imunoalergologista, professor e investigador desta Unidade I&D da Universidade do Porto. Note-se que a MEDIDA/CINTESIS já desenvolveu várias aplicações na área da asma e da rinite alérgica, tais como a ZASma e o mCARAT, que estão disponíveis para download. 

O projeto ARCADE iniciou-se com a colaboração de alunos de Design e Comunicação Multimédia da Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria, Multimédia da UP, com o apoio do MIL – Media Innovation Labs. Este evento é uma parceria do CINTESIS, a MEDIDA e com o MIL – Media Innovation Labs.

A participação neste evento é gratuita. Solicita-se a inscrição através do seguinte link: https://goo.gl/AObjCo.

CINTESIS promoveu Spin-off’s Meeting

 Spin off

O CINTESIS organizou hoje (24 de fevereiro) a primeira edição do “Spin-off’s Meeting: Novas ideias de negócio”. Promovido pela área de Inovação de Transferência de Tecnologia do CINTESIS, a sessão reuniu vários representantes das Spin-off’s do CINTESIS, representantes da U.Porto Inovação e investigadores interessados em seguir este caminho, com o objetivo de discutir práticas e experiências na transferência de tecnologia e inovação.

Após as boas-vindas, o Meeting arrancou com uma intervenção de Filipe Castro, da U.Porto Inovação, que salientou a necessidade que os investigadores têm de contar com equipas especializadas, capazes de os apoiarem na rentabilização do conhecimento e da inovação resultante da sua atividade de investigação.

Cidália Pina Vaz, fundadora da empresa FastInov, deu início às apresentações abordando a motivação para a criação da empresa e as várias etapas de desenvolvimento já percorridas. A especialista em Microbiologia do CINTESIS lembrou que a criação desta empresa decorreu da necessidade de criar uma equipa sólida e estável que conseguisse desenvolver um produto que revolucionasse os tempos de resposta da Microbiologia à prática clínica. 

A contratação de recursos humanos de qualidade que pudessem dar continuidade a projetos que nasceram na Universidade também foi uma das motivações apontadas por Tiago Costa, CEO da VirtualCare. O diretor executivo desta spin-off que foi recentemente distinguida com a chancela U.Porto Spin-off, enfatizou que esta empresa, criada em 2012, implementou já o seu mais antigo produto – o ObsCare – em 11 hospitais nacionais, estando em desenvolvimento o processo de expansão para o resto de país e para o Brasil.

Daniel Pereira, cofundador da IS4Health, lembra que o principal produto desta start-up – o estetoscópio digital DigiScope – já serviu para o treino de mais de mil estudantes de Medicina e envolveu cerca de 25 docentes universitários. Em utilização na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, numa Universidade francesa e, muito em breve, numa instituição norte-americana, o DigiScope apresenta altos níveis de satisfação por parte dos estudantes.

O encontro terminou com a apresentação de Isabel Cruz, da HealthySystems. Esta empresa prepara-se para lançar no mercado um produto único no mercado europeu – o HS.ULISYS. Esta ferramenta permite anonimizar os dados provenientes das bases de dados das instituições de saúde (entre outras), adequando a cedência, venda e/ou estudo da informação às exigências do Novo Regulamento Europeu de Proteção de Dados.

Investigador do CINTESIS recebe Prémio Maxdata Excelência em Medicina

Foto Bernardo Sousa Pinto

Bernardo Sousa Pinto, investigador do CINTESIS, recebeu hoje, dia 22 de fevereiro, o Prémio Maxdata Excelência em Medicina.  

“Fiquei relativamente surpreendido pela atribuição do prémio. Considero que é um reconhecimento pelo trabalho que desenvolvi”, reage o doutorando, para quem o segredo do sucesso está em “complementar as aulas teóricas com a investigação e com a docência”, o que permite “compreender os conteúdos teóricos de outra perspetiva e perceber a sua relevância e possível aplicabilidade na prática”.

O investigador avalia também a sua integração no CINTESIS como uma mais-valia para o seu trajeto académico de exceção. “Existir uma rede de investigadores de diferentes áreas é bastante vantajoso. O CINTESIS poderá ser uma força de mudança no paradigma de investigação em Portugal porque foca áreas relativamente pouco investigadas até aqui e que fazem muita falta”, considera.  

Com apenas 23 anos, Bernardo Sousa Pinto está no primeiro ano do Programa Doutoral em Investigação Clínica e em Serviços de Saúde (PDICSS), desenvolvido pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, com o apoio do CINTESIS.

O seu objetivo é avaliar o impacto e a magnitude das alergias a medicamentos em termos clínicos e nos serviços de saúde. Esta é, de resto, uma área em que já havia estudado durante o mestrado, tendo assinado, em 2015, uma revisão sistemática publicada no JACI (The Journal of allergy and clinical immunology) sobre o papel da expressão de um gene específico na alergia a um fármaco usado em doentes com VIH.  

Além de investigador, Bernardo Sousa Pinto é docente de Bioestatística e Introdução à Investigação e de Imunologia, tendo já publicado 12 artigos científicos e conference papers.

O Prémio Maxdata Excelência em Medicina, entregue pela Maxdata Software durante a cerimónia do Dia da FMUP, distinguiu-o como o melhor aluno do Mestrado Integrado em Medicina da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, no ano letivo de 2015/2016, precisamente o último do seu Mestrado, concluído com a média de 18 valores.

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