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Provas de doutoramento em Investigação Clínica e em Serviços de Saúde - Matilde Filipa Monteiro Soares

No dia 15 de dezembro de 2016, pelas 15:00 horas, na Aula Magna da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, irão decorrer, com entrada livre, as provas de doutoramento requeridas pela Mestre Matilde Filipa Monteiro Soares, com a tese intitulada "Clinical Decision Rules Applied To Diabetic Foot Ulceration".

Esta tese é orientada pelo Doutor Mario Jorge Dinis Ribeiro, professor catedrático convidado, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e pelo Doutor Vasco António de Jesus Maria, professor auxiliar convidado, Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.

O juri terá a seguinte composição:

Presidente: Doutora Maria Amélia Duarte Ferreira, professora catedrática, Diretora da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto;

Vogal: Doutor Mario Jorge Dinis Ribeiro, professor catedrático convidado, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (orientador);

Vogal: Doutor Sicco Anthony Bus, Senior Investigator and Head of Human Performance Laboratory, Academic Medical Centre, University of Amsterdam;

Vogal: Doutor António Jaime Botelho Correia de Sousa, professor associado convidado, Escola de Ciências da Saúde, Universidade do Minho;

Vogal: Doutor Davide Maurício Costa Carvalho, professor associado com agregação Faculdade de Medicina da Universidade do Porto;

Vogal: Doutora Cristina Maria Nogueira Costa Santos, professora auxiliar, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

Exercício físico deve ser integrado no tratamento da disfunção erétil, defendem investigadores CINTESIS

O exercício físico pode e deve ser usado no tratamento da disfunção erétil, a par da medicação e sob supervisão médica, defende uma equipa de investigadores do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS) da Universidade do Porto, num trabalho publicado no British Journal of Sports Medicine.

Coordenada por Carlos Martins e Luís Azevedo, médicos, professores universitários e investigadores do CINTESIS, a equipa de investigação desenvolveu a primeira revisão sistemática e estudo de meta-análise sobre o efeito da prática de diferentes tipos de exercício físico sobre a disfunção erétil. Para isso, “foi realizada uma extensa e aprofundada pesquisa, seleção e análise da literatura e agregados os resultados de sete ensaios clínicos desenvolvidos entre 2004 e 2013, envolvendo 478 participantes com diagnóstico de disfunção erétil e idades compreendidas entre os 43 e os 69 anos”, explicam os cientistas.

Os resultados indicaram que “a atividade e exercício físicos melhoram a disfunção erétil, especialmente os exercícios aeróbicos com intensidade moderada a vigorosa”, afirma André Silva, primeiro autor deste trabalho. 

“O principal desafio é mudar o paradigma de tratamento, incluindo a atividade física como terapia adjuvante. Isso vai exigir a participação de equipas multidisciplinares que incluam especialistas em urologia, medicina geral e familiar, fisioterapia, medicina desportiva e enfermeiros devidamente treinados”, acrescenta o investigador, reiterando que “o exercício físico deve ser incluído como tratamento sob supervisão clínica, sendo importante excluir contraindicações relevantes para este tipo de intervenção”.

Ainda não é claro quanto tempo levará até que a prática de exercício físico melhore de forma significativa a disfunção erétil. Os investigadores defendem, por isso, que é importante “promover ensaios clínicos maiores, que acompanhem os pacientes por longos períodos, para investigar que tipo específico de exercício funciona melhor e por quanto tempo deve ser recomendado”.

A disfunção erétil é um problema crescente na sociedade atual, afetando 8% dos homens entre os 20 e os 30 anos de idade. Esta taxa sobe substancialmente com a idade, estimando-se que atinja 37% dos homens entre os 70 e os 75 anos.

Para além de ter um forte impacto negativo na qualidade de vida dos afetados, a disfunção erétil é um reconhecido indicador da presença de doenças cardiovasculares. “É importante que os homens que se veem confrontados com problemas em ter ou manter uma ereção procurem o seu médico assistente, não só para resolverem a disfunção erétil, mas também para avaliarem a existência de outros problemas de saúde potencialmente importantes”, finaliza André Silva.

Palestra sobre Rede de Telemedicina nos Hospitais da Região Centro e Evolução da Telemedicina em Portugal, Dr. Eduardo Castela

No âmbito da disciplina de Telemedicina e eSaúde do Mestrado de Informática Médica o Dr. Eduardo Castela do Serviço de Cardiologia Pediátrica de Coimbra irá realizar uma palestra sobre a rede de Telemedicina nos Hospitais da região centro, nomeadamente na Cardiologia Fetal pediátrica e sobre a evolução da Telemedicina em Portual, como presidente da Associação Portuguesa de Telemedicina.

A palestra irá decorrer na próxima 6ª feira, dia 2 de dezembro, pelas 18 horas, na Sala 4 do Centro de Investigação Médica, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

Investigadores do CINTESIS implementam solução informática inovadora nos hospitais do Norte

A VirtualCare, uma start-up nascida no Centro de Investigação em Tecnologias e Sistemas de Saúde (CINTESIS) da Universidade do Porto, está a implementar um software de recolha e análise de dados em todos os Serviços de Ginecologia dos hospitais públicos do Norte de Portugal. Designado “ObsCare”, o sistema informático em causa foi desenvolvido pela equipa de investigação de Informática Médica do CINTESIS, liderada por Ricardo Correia.

Este sistema web é instalado nos servidores dos hospitais e integra-se facilmente com os programas inseridos nessas entidades, registando os elementos das consultas das mulheres seguidas durante a gravidez, os dados do parto, dos recém-nascidos e dos seus primeiros dias de vida.

"Há entidades hospitalares que nos solicitaram que registássemos ainda os dados referentes às primeiras consultas das crianças nos centros de saúde" e que "desenvolvêssemos um módulo para registo das informações relativas às técnicas de procriação medicamente assistida (PMA)", esclarece Ricardo Correia, que é também professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP). A longo prazo, os dados congregados pelo ObsCare vão permitir verificar se as crianças concebidas por PMA apresentam diferenças relativamente às restantes, em termos de desenvolvimento e parto, por exemplo.

As informações recolhidas pelo 'software' são também utilizadas para discutir casos clínicos pelas equipas de saúde, com base em informações objetivas, "o que promove ativamente a melhoria dos cuidados prestados aos pacientes".

De acordo com outro dos investigadores do CINTESIS envolvidos na implementação do ObsCare, Tiago Costa, CEO da VirtualCare, “neste momento, a ARS-Norte está a receber os primeiros resultados fruto da comparação dos dados dos diferentes hospitais públicos do norte do país, sobretudo no que se refere às cesarianas, mas não só”.

A VirtualCare é uma empresa dedicada à criação de sistemas de informação clínica e de análise de dados de saúde, cujos sistemas visam facilitar a tomada segura de decisão por parte dos profissionais de saúde através da aquisição, processamento, validação e apresentação de dados dos pacientes com qualidade.

CINTESIS participa em conferência sobre “Inovação em Oncologia”

28 de novembro de 2016, IPO-Porto

Francisco RFrancisco Rocha Gonçalves, investigador do CINTESIS e membro do Conselho de Administração do Instituto Português de Oncologia do Porto (IPO-Porto), vai participar numa conferência sobre “Inovação em Oncologia”, a decorrer a partir das 15 horas do próximo dia 28 de novembro, no IPO-Porto.

O investigador do CINTESIS vai apresentar um Modelo Inovador de Avaliação de Tecnologias de Saúde, desenvolvido no IPO-Porto e que foi publicado há poucos dias numa plataforma de grande impacto em cancro na Europa. 

A conferência abordará ainda temas como a decisão terapêutica em Oncologia, o impacto clínico e social a curto prazo da Imuno-oncologia e a perspetiva regulamentar da Inovação Terapêutica.

Mais informações em http://www.ipoporto.pt/evento/nova-data-28-de-novembro-inovacao-em-oncologia-desafios-para-o-sns-perspetiva-economica/.

Especialista espanhol apresenta projeto de Telemedicina em países em desenvolvimento

25 de novembro de 2016

Ignacio Prieto-Egido, professor da Universidade madrilena Rey Juan Carlos e membro do Fundação EHAS (Enlace Hispano Americano de Salud), é o orador convidado de uma palestra sobre o uso da Telemedicina nas áreas rurais dos países em desenvolvimento.

Realizada no âmbito da Unidade Curricular de Telemedicina e e-Saúde do Mestrado em Informática Médica da U.Porto, a palestra visa explorar os resultados de diferentes investigações realizadas pelo EHAS, a fim de melhorar os cuidados de saúde em áreas isoladas de países em desenvolvimento através de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

“As zonas rurais dos países em desenvolvimento caracterizam-se pela falta de recursos, pela baixa densidade populacional e pela escassez de infraestruturas de comunicações, circunstâncias que dificultam a prestação de um serviço de saúde adequado”, explica o investigador, adiantando que o EHAS “faz pesquisas sobre tecnologias adequadas para fornecer comunicação em cada contexto e sobre sistemas de informação adequados às necessidades do pessoal de saúde. Neste âmbito, “tem trabalhado para fornecer aplicações que, fazendo uso dos serviços de comunicações instalados, poderiam melhorar os serviços de saúde nestas áreas remotas”.

O evento, que conta como apoio do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde(CINTESIS), realizar-se-á por Skype/Hangouts na Sala 1 do Centro de Investigação Médica da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (Rua Dr. Plácido Costa), das 16h30 às 17h30. 

A entrada é livre.

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