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Seminários de Codificação Clínica

Seminários de Codificação Clínica a decorrer Sexta-feira 13 de janeiro às 17:00

O MEDCIDS vai iniciar em 2017 a organização de seminários de Codificação Clínica pela ICD-10-CM/PCS. Esta actividade de codificação clínica, que é realizada por médicos codificadores nos hospitais do SNS desde 1989, foi implementada tendo em vista o financiamento hospitalar através dum pagamento prospetivo baseado em Grupo de Diagnósticos Homogéneos (GDH).

Classificando os diagnósticos e os procedimentos de cada episódio de cuidados hospitalares e agrupando-os em GDH consegue caraterizar-se a produção hospitalar e, simultaneamente, constituir uma base de dados abrangente e representativa quer das patologias quer dos procedimentos realizados. É, por isso, uma atividade fundamental para decisão em saúde. Os hospitais investem recursos significativos para garantir o cumprimento atempado desta tarefa.

Em 1-01-2017 o sistema de classificação que, até agora, se baseava na Modificação Clínica da 9ª versão da Classificação Internacional de Doenças (ICD-9-CM) foi substituído pela modificação clínica da 10ª versão (ICD-10-CM para diagnósticos e ICD-10-PCS para os procedimentos), algo que mesmo nos EUA só recentemente aconteceu (1-10-2015).

O MEDCIDS é utilizador de longa data da informação que resulta desta codificação clínica que é acumulada e gerida pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) na chamada Base de Dados Nacional de Grupo de Diagnóstico Homogéneos. Outras instituições académicas e não só, bem como muitos investigadores se têm baseado nesta informação codificada. O Mestrado em Informática Médica da FMUP desde a sua primeira edição que incluiu no programa curricular as capacidades e as ferramentas de análise necessárias para utilizar esta BD.

Por todos estes motivos se considera que a atividade de codificação clínica poderá beneficiar de ajuda de que resulte melhor qualidade, conformidade e representatividade. Estes seminários, orientados para a divulgação, discussão e aplicação das Guidelines e de várias outras instruções na utilização dos códigos das ICD-10-CM/PCS poderão ser uma forma dessa ajuda.

Os preletores serão o Dr. Fernando Lopes, formador nos cursos de codificação clínica organizados pela ACSS e especialistas em áreas médicas cuja codificação esteja em causa.

Todos os médicos codificadores interessados são convidados. A frequência é livre embora se peça uma inscrição para a gestão logística e administrativa.

O programa do primeiro dos seminários, que serão mensais, é o seguinte:

  1. Algumas Body parts
  2. Diabetes e descompensação
  3. Hipertensão e doença cardíaca
  4. Hipertensão e doença renal crónica
  5. Complicações de cuidados médicos e cirúrgicos
  6. Episódio inicial de cuidados e episódio subsequente
  7. Acessos vasculares
  8. Anastomoses em body parts tubulares
  9. Laparoscopia, via aberta, e assistência laparoscópica

Se está interessado inscreva-se em https://goo.gl/vcNS9D

CINTESIS representado na nova direção da SPAIC

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Foto: JustNews (DR)

João Fonseca, do grupo de investigação EvidenS do CINTESIS (Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde), integra a nova equipa diretiva da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), na qualidade de vice-presidente.

A SPAIC será presidida, entre 2017 e 2019, por Elisa Pedro, médica alergologista e docente da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. Para além de João Fonseca, a nova equipa diretiva da SPAIC conta com a colaboração de Emília Faria, Pedro Martins, Manuel Branco Ferreira, Ana Morête e Rodrigues Alves.

De acordo com a nova presidente da SPAIC, a nova Direção tem como missão “a consolidação do rumo de crescimento e notoriedade da SPAIC, contando com a participação de todos os associados e parceiros, no sentido de contribuir para a inovação e excelência no panorama nacional das doenças imunoalérgicas”.

Recorde-se que João Fonseca é professor do Departamento de Medicina da Comunidade, Informação em Decisão em Saúde (MEDCIDS) da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP). É um investigador de referência na área das doenças respiratórias crónicas. Esteve envolvido em inúmeros projetos científicos sobre asma, sendo de destacar o CASCA – Custo da Asma na Criança e o Control and Burden of Asthma and Rhinitis, financiados pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, e uma investigação integrada no programa Harvard Medical School Portugal, que permitiu a criação de conteúdos e de ferramentas sobre vários aspetos das doenças crónicas das vias aéreas, que foram incorporados numa plataforma Web.

A tomada de posse decorreu no passado dia 12 de dezembro, na seda da SPAIC, em Lisboa.

CINTESIS pede à Assembleia da República legislação sobre iodo

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Foto: Equipa CINTESIS na Reunião da Comissão da Saúde de 14 de dezembro de 2016

Uma equipa de investigadores do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS) esteve na Assembleia da República no dia 14 de dezembro, para uma audição com a Comissão Parlamentar da Saúde. Em causa esteve uma proposta de legislação apresentada pela equipa do projeto IoGeneration que dita a fortificação do sal com iodo.

Liderado por Conceição Calhau, o projeto de investigação IoGeneration avaliou os níveis de iodo das crianças do Norte do país em idade escolar. Os resultados obtidos preocuparam os especialistas – um terço das crianças avaliadas apresentou níveis deficitários de iodo, um nutriente fundamental para o desenvolvimento cognitivo.

“A criação de uma lei que obrigue à iodização universal de todo o sal para consumo humano, de forma que, com baixo consumo de sal, se consiga o aporte necessário de iodo é uma forma simples de resolver este problema”, explica a investigadora principal da linha de investigação ProNutri, do CINTESIS.

O iodo pode ser ingerido através do consumo de sal iodado, de alimentos do mar (como peixes, mariscos e algas) e de frutas e legumes cultivados em terras perto do mar. O aporte insuficiente deste nutriente compromete a produção de hormonas da tiroide, essenciais para o desenvolvimento cognitivo e para o crescimento saudável das crianças. Apesar da sensibilização da Organização Mundial de Saúde (OMS) para uma ingestão adequada de iodo, estima-se que em todo o mundo um terço das crianças apresente níveis insuficientes deste mineral.

“Vários países já iniciaram programas alimentares de suplementação de iodo, mas Portugal não dispõe ainda de dados robustos nem de políticas alimentares sobre esta questão”, nota a investigadora, defendendo que é fundamental criar vontade política de resolver este “grave problema de Saúde Pública”, quer através da adoção de medidas legislativas, quer através da sensibilização da população para esta questão e da monitorização regular dos níveis de iodo e de outros nutrientes na população nacional.

O CINTESIS é uma Unidade de I&D da Universidade do Porto, com sede na Faculdade de Medicina. Agrega investigadores de outras entidades, nomeadamente do Instituto de Ciências Abel Salazar, da Escola Superior de Enfermagem, do Instituto Superior de Engenharia do Porto, da NOVA Medical School e das Universidades de Aveiro, do Algarve e da Madeira.

Olga Estrela Magalhães
Media Relations Specialist

Palestra "Um novo paradigma da Saúde"

Na próxima sexta-feira, dia 16/Dez pelas 16:00 horas, irá decorrer, na sala 4 do CIM (FMUP), a palestra do Dr. Fernando Gomes da Costa da ARS Centro sobre a utilização da Telemedicina em Portugal. Numa apresentação intitulada "Um novo paradigma da Saúde" de um dos membros do Grupo de Trabalho de Telemedicina (representando a ARS Centro) da SPMS, iremos ter uma visão do impacto da Telemedicina no sistema de saúde em Portugal, com foco na região centro.

Médico chefe de serviço de Clínica Geral na região centro, com experiência na saúde mental e doenças cardiovasculares, o Dr. Fernando Gomes da Costa tem estado ligado às áreas tecnológicas. Criador e gestor site www.sexualidades.com em 1998, é desde 2000 consultor/assessor na Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) para telemedicina e para as TICs aplicadas à saúde. É sócio fundador da Associação de Portuguesa de Telemedicina e também sócio fundador e membro da Direção da Associação Ibérica de Telemedicina e TeleSaúde.

A entrada é livre.

Provas de doutoramento em Investigação Clínica e em Serviços de Saúde - Matilde Filipa Monteiro Soares

No dia 15 de dezembro de 2016, pelas 15:00 horas, na Aula Magna da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, irão decorrer, com entrada livre, as provas de doutoramento requeridas pela Mestre Matilde Filipa Monteiro Soares, com a tese intitulada "Clinical Decision Rules Applied To Diabetic Foot Ulceration".

Esta tese é orientada pelo Doutor Mario Jorge Dinis Ribeiro, professor catedrático convidado, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e pelo Doutor Vasco António de Jesus Maria, professor auxiliar convidado, Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.

O juri terá a seguinte composição:

Presidente: Doutora Maria Amélia Duarte Ferreira, professora catedrática, Diretora da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto;

Vogal: Doutor Mario Jorge Dinis Ribeiro, professor catedrático convidado, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (orientador);

Vogal: Doutor Sicco Anthony Bus, Senior Investigator and Head of Human Performance Laboratory, Academic Medical Centre, University of Amsterdam;

Vogal: Doutor António Jaime Botelho Correia de Sousa, professor associado convidado, Escola de Ciências da Saúde, Universidade do Minho;

Vogal: Doutor Davide Maurício Costa Carvalho, professor associado com agregação Faculdade de Medicina da Universidade do Porto;

Vogal: Doutora Cristina Maria Nogueira Costa Santos, professora auxiliar, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

Exercício físico deve ser integrado no tratamento da disfunção erétil, defendem investigadores CINTESIS

O exercício físico pode e deve ser usado no tratamento da disfunção erétil, a par da medicação e sob supervisão médica, defende uma equipa de investigadores do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS) da Universidade do Porto, num trabalho publicado no British Journal of Sports Medicine.

Coordenada por Carlos Martins e Luís Azevedo, médicos, professores universitários e investigadores do CINTESIS, a equipa de investigação desenvolveu a primeira revisão sistemática e estudo de meta-análise sobre o efeito da prática de diferentes tipos de exercício físico sobre a disfunção erétil. Para isso, “foi realizada uma extensa e aprofundada pesquisa, seleção e análise da literatura e agregados os resultados de sete ensaios clínicos desenvolvidos entre 2004 e 2013, envolvendo 478 participantes com diagnóstico de disfunção erétil e idades compreendidas entre os 43 e os 69 anos”, explicam os cientistas.

Os resultados indicaram que “a atividade e exercício físicos melhoram a disfunção erétil, especialmente os exercícios aeróbicos com intensidade moderada a vigorosa”, afirma André Silva, primeiro autor deste trabalho. 

“O principal desafio é mudar o paradigma de tratamento, incluindo a atividade física como terapia adjuvante. Isso vai exigir a participação de equipas multidisciplinares que incluam especialistas em urologia, medicina geral e familiar, fisioterapia, medicina desportiva e enfermeiros devidamente treinados”, acrescenta o investigador, reiterando que “o exercício físico deve ser incluído como tratamento sob supervisão clínica, sendo importante excluir contraindicações relevantes para este tipo de intervenção”.

Ainda não é claro quanto tempo levará até que a prática de exercício físico melhore de forma significativa a disfunção erétil. Os investigadores defendem, por isso, que é importante “promover ensaios clínicos maiores, que acompanhem os pacientes por longos períodos, para investigar que tipo específico de exercício funciona melhor e por quanto tempo deve ser recomendado”.

A disfunção erétil é um problema crescente na sociedade atual, afetando 8% dos homens entre os 20 e os 30 anos de idade. Esta taxa sobe substancialmente com a idade, estimando-se que atinja 37% dos homens entre os 70 e os 75 anos.

Para além de ter um forte impacto negativo na qualidade de vida dos afetados, a disfunção erétil é um reconhecido indicador da presença de doenças cardiovasculares. “É importante que os homens que se veem confrontados com problemas em ter ou manter uma ereção procurem o seu médico assistente, não só para resolverem a disfunção erétil, mas também para avaliarem a existência de outros problemas de saúde potencialmente importantes”, finaliza André Silva.

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