• mostra newsroom
  • Cintesis encontro
  • digiscope
  • CINTESIS leva inovação à Mostra da U.Porto + info
  • CINTESIS realizou Encontro com uma centena de investigadores + info
  • Inovação da U.Porto rastreia doenças cardíacas em crianças brasileiras - DigiScope - + info

VirtualCare com chancela U.Porto Spin-Off

VC

A VirtualCare – Systems for Life, criada no seio do CINTESIS – Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde, acaba de receber a chancela U.Porto Spin-Off.

Atribuída pela U.Porto Inovação (UPIN), esta chancela representa o reconhecimento público da qualidade e do potencial dos produtos e serviços tecnologicamente inovadores desenvolvidos pela VirtualCare desde a sua criação, em resultado da “fusão entre o mundo académico e o mundo empresarial”.

Este “selo” dá também à spin-off a possibilidade de alcançar maior visibilidade internacional e vantagem competitiva, atraindo novos recursos, nomeadamente talentos, capital e investidores.

Com investigadores de diferentes áreas, como Medicina, Informática e Gestão, a VirtualCare tem utilizado o conhecimento e o know-how gerado na Universidade do Porto para a criação de soluções inovadoras com aplicação no domínio da prestação de cuidados de saúde.

No leque de soluções desenvolvidas e comercializadas pela empresa figuram, nomeadamente, o VC AnesthCare (um registo clínico para a anestesia, que pode ser usado por médicos, enfermeiros e administrativos), VC BreastCare (para a patologia mamária), VC ObsCare (para registos clínicos e obstetrícios), VC PsychCare (para prescrição e administração de antipsicóticos de longa duração), bem como serviços de consultoria, apoio à investigação clínica, cursos online e formação in company.

O objetivo da spin-off é continuar a apostar no desenvolvimento de produtos provenientes da investigação, alargando as áreas de intervenção, bem como concretizar parcerias, nomeadamente com a Universidade Federal de Minas Gerais, que irá permitir comercializar os produtos no Brasil.

Com uma equipa composta por Tiago Silva Costa, Ricardo Correia, Gustavo Bacelar e Altamiro da Costa Pereira (coordenador do CINTESIS), a VirtualCare vem, assim, juntar-se a um grupo reduzido de 15 spin-off a merecer a acreditação da Universidade do Porto.

Desta lista consta também outra spin-off nascida no CINTESIS, a Healthy Systems, que fornece tecnologias de informação e segurança na área da saúde.

Presidente da República em Ciclo de Conferências coordenado por investigador do CINTESIS

Rui Nunes, investigador do CINTESIS - Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde, coordena o Ciclo de Conferências “Igualdade de Género: Um Desafio para a Década”, que se realizará amanhã, dia 18 de fevereiro, a partir das 15h30, em Coimbra, com a presença do Presidente da República.

Marcelo Rebelo de Sousa irá presidir à sessão de abertura, que contará também com a participação do bastonário da Ordem dos Médicos, do secretário-geral da União Geral de Trabalhadores, do presidente do SINDITE, da presidente da União Geral de Trabalhadores, do presidente da Câmara Municipal de Coimbra e do presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, em cujas instalações decorrerá o evento.

“A Igualdade de Género na Política e nos Média” e “A Igualdade de Género no Direito Português” são os temas dos dois painéis, cujo início está marcado para as 16h00 e para as 17h45, respetivamente.

Além de investigador do CINTESIS e MEDCIDS, Rui Nunes é professor catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e líder do Departamento de Investigação da Cátedra de Bioética da UNESCO (Haifa), cujo objetivo é dinamizar as principais questões de Bioética da atualidade.

Igualdade

Curso Básico de Investigação Clínica (CuBIC) – Candidaturas até 22 Fev

CuBIC banner cintesis

Curso Básico de Investigação Clínica (CuBIC) – Candidaturas até 22 Fev

Estão abertas, até ao próximo dia 22 de fevereiro, as candidaturas para o Curso Básico de Investigação Clínica (CuBIC).

Desenvolvido pelo Departamento de Medicina da Comunidade, Informação e Decisão em Saúde (MEDCIDS) da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, com o apoio do  CINTESIS – Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde, o curso terá lugar entre 25 de março e 20 de maio de 2017 (sextas e sábados).

Este curso está estruturado em quatro módulos, orientados para fornecer conhecimentos básicos nas áreas da metodologia de investigação, bioestatística e publicação científica e destina-se a médicos especialistas, internos de especialidade, internos do ano comum, estudantes de Medicina e outros profissionais de saúde.

A coordenação científica está a cargo dos professores universitários João Fonseca e Altamiro da Costa Pereira. Todos os restantes docentes são docentes/colaboradores do MEDCIDS-FMUP e membros do CINTESIS.

Mais informações em http://cides.med.up.pt/cubic/.

ESTUDO CINTESIS: Um em cada dez abortos leva à hospitalização da mulher

Dez anos depois da realização do referendo sobre a despenalização do aborto, um estudo desenvolvido no Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS) revela que o número de hospitalizações associadas ao aborto subiu a partir de 2001, tendo aumentando consideravelmente nos anos que se seguiram à liberalização. A partir de 2010, registou-se uma diminuição do número médio de hospitalizações por cada aborto realizado.

A equipa de investigação do CINTESIS recolheu os registos das hospitalizações devido a abortos realizados em todos os hospitais públicos em Portugal continental. O número total de abortos realizados durante o período em estudo foi obtido através do Instituto Nacional de Estatística (INE). “Os resultados revelaram que o número de hospitalizações associadas à prática legal do aborto subiu de 618 em 2000 para 1259 casos em 2014, tendo atingido um pico em 2010, com 1603 hospitalizações registadas”, clarificam os autores.

Desde que a Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) foi legalizada em Portugal, em 2007, observou-se uma “redução do rácio de abortos que obrigaram ao internamento hospitalar das mulheres”, constatam Manuel Gonçalves Pinho e João Vasco Santos, autores deste trabalho publicado no European Journal of Obstetrics & Gynecology and Reproductive Biology. Ou seja, “dividindo o número de hospitalizações pelo número total de abortos legais realizados, obtivemos um valor menor”, explicam.

“Antes da liberalização, cada aborto levava aproximadamente a uma hospitalização. Mas esta tendência alterou-se e atualmente apenas 10% do número total de abortos resulta em internamento hospitalar”, sublinha Alberto Freitas, líder da investigação. A proporção de hospitalizações de emergência, de complicações clínicas e os dias de internamento também baixaram no período analisado.

“A prática do aborto é realizada em regime de ambulatório, sem necessidade de internamento hospitalar em mais de 90% dos casos, apresentando uma taxa de complicações na sua maioria de baixa gravidade”, salienta Antónia Costa, médica especialista em Ginecologia e Obstetrícia e coautora do estudo.

Recorde-se que a IVG, em Portugal, foi legalizada por referendo em 2007 e é permitida até às 10 semanas de gravidez a pedido da mulher, independentemente das razões. Pode ser realizado no sistema nacional de saúde ou, em alternativa, em estabelecimentos de saúde privados autorizados. Apenas a própria mulher poderá fazer o pedido de interrupção da gravidez, salvo no caso de ser psiquicamente incapaz. Nos casos de mulheres com menos de 16 anos é necessária a autorização do responsável legal para a sua realização.

Para além da opção da mulher, o aborto é permitido até às 16 semanas em caso de violação ou crime sexual (não sendo necessário que haja queixa policial), até às 24 semanas em caso de malformação do feto e em qualquer momento da gravidez em caso de risco para a grávida ("perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida") ou no caso de fetos inviáveis.

Dez anos depois da realização do referendo sobre a despenalização do aborto, um estudo desenvolvido no Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS) revela que o número de hospitalizações associadas ao aborto subiu a partir de 2001, tendo aumentando consideravelmente nos anos que se seguiram à liberalização. A partir de 2010, registou-se uma diminuição do número médio de hospitalizações por cada aborto realizado.

A equipa de investigação do CINTESIS recolheu os registos das hospitalizações devido a abortos realizados em todos os hospitais públicos em Portugal continental. O número total de abortos realizados durante o período em estudo foi obtido através do Instituto Nacional de Estatística (INE). “Os resultados revelaram que o número de hospitalizações associadas à prática legal do aborto subiu de 618 em 2000 para 1259 casos em 2014, tendo atingido um pico em 2010, com 1603 hospitalizações registadas”, clarificam os autores.

Desde que a Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) foi legalizada em Portugal, em 2007, observou-se uma “redução do rácio de abortos que obrigaram ao internamento hospitalar das mulheres”, constatam Manuel Gonçalves Pinho e João Vasco Santos, autores deste trabalho publicado no European Journal of Obstetrics & Gynecology and Reproductive Biology. Ou seja, “dividindo o número de hospitalizações pelo número total de abortos legais realizados, obtivemos um valor menor”, explicam.

“Antes da liberalização, cada aborto levava aproximadamente a uma hospitalização. Mas esta tendência alterou-se e atualmente apenas 10% do número total de abortos resulta em internamento hospitalar”, sublinha Alberto Freitas, líder da investigação. A proporção de hospitalizações de emergência, de complicações clínicas e os dias de internamento também baixaram no período analisado.

“A prática do aborto é realizada em regime de ambulatório, sem necessidade de internamento hospitalar em mais de 90% dos casos, apresentando uma taxa de complicações na sua maioria de baixa gravidade”, salienta Antónia Costa, médica especialista em Ginecologia e Obstetrícia e coautora do estudo.

Recorde-se que a IVG, em Portugal, foi legalizada por referendo em 2007 e é permitida até às 10 semanas de gravidez a pedido da mulher, independentemente das razões. Pode ser realizado no sistema nacional de saúde ou, em alternativa, em estabelecimentos de saúde privados autorizados. Apenas a própria mulher poderá fazer o pedido de interrupção da gravidez, salvo no caso de ser psiquicamente incapaz. Nos casos de mulheres com menos de 16 anos é necessária a autorização do responsável legal para a sua realização.

Para além da opção da mulher, o aborto é permitido até às 16 semanas em caso de violação ou crime sexual (não sendo necessário que haja queixa policial), até às 24 semanas em caso de malformação do feto e em qualquer momento da gravidez em caso de risco para a grávida ("perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida") ou no caso de fetos inviáveis.

Seminários de Codificação Clínica - Fevereiro

Seminários de Codificação Clínica a decorrer Sexta-feira 10 de fevereiro às 17:00 na sala 4 do CIM - FMUP

Programa:

  1. o 7º caracter indicativo do feto em códigos de obstetrícia
  2. incumprimento terapêutico e subdosagem
  3. cuidados posteriores em ortopedia
  4. procedimentos mais comuns em Cirurgia Vascular
  5. root operation Control:
  6. root operation Alteration: o que é cirurgia estética?
  7. root operation Transfer: retalhos livres e retalhos pediculados
  8. root operation Introduction:
    • terapêutica oral e outras
    • esvaziamento uterino
  9. procedimentos a não codificar
  10. SIMH e GDH de exceção

Se está interessado inscreva-se em https://goo.gl/vcNS9D

ESTUDO CINTESIS: Doentes com gastrite severa devem ser vigiados de 3 em 3 anos

Uma equipa de investigadores do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS) alerta para a necessidade de os pacientes com gastrite serem vigiados de 3 em 3 anos, como forma de prevenir a evolução desta doença para cancro gástrico.  A recomendação já tinha sido feita por sociedades científicas nacionais e internacionais, mas faltava informação relativamente aos custos que a aplicação desta medida acarretaria para os Sistemas de Saúde. Agora, os mesmos investigadores acrescentam que o custo associado a esta política de Saúde Pública é de pouco mais de 18 mil euros por ano de vida salvo, sendo assim considerado comportável pelo Sistema Nacional de Saúde.

Miguel Areia, investigador do CINTESIS e clínico no IPO de Coimbra, sublinha que “o cancro gástrico representa um problema de saúde a nível global. As elevadas taxas de incidência e de mortalidade desta patologia fazem dela o quinto tumor mais comum e a terceira causa de morte por cancro. Em Portugal, este tipo de cancro é especialmente prevalente na zona Norte do país, afetando 13 por cada 100 mil habitantes – um nível muito acima dos padrões europeus.

Porque é que há mais cancro gástrico no Norte de Portugal? De acordo com o especialista, há fatores ambientais que contribuem para esta realidade, nomeadamente o consumo excessivo de sal, de fumados e os hábitos tabágicos. Há ainda uma componente genética que não deve ser esquecida. Acresce que 80% dos portugueses estão infetados pelo Helicobacter pylori – uma bactéria que se instala no estômago podendo, com o decorrer dos anos, facilitar o aparecimento de doenças do foro digestivo. “E entre a população do Norte de Portugal encontram-se níveis elevados de Helicobacter logo aos 20 anos de idade”, esclarece o gastrenterologista, que recorda que é mais tarde, sobretudo depois dos 50 anos, que os sintomas gástricos se manifestam.

“A maioria dos casos está relacionada com infeção por Helicobacter pylori e outros agentes ambientais e, portanto, a incidência aumenta com a idade. Devido ao envelhecimento das populações, nomeadamente em Portugal, estima-se que a incidência e a mortalidade associadas a cancro gástrico aumentem nos próximos 20 anos”, nota Mário Dinis-Ribeiro, líder do grupo de investigação em cancro do estômago do CINTESIS e médico no IPO do Porto.

O cancro do estômago pode ocorrer após vários anos de progressão de uma condição benigna como a gastrite. A endoscopia é o primeiro exame a ser efetuado para o diagnóstico destas condições pré-malignas que devem ser avaliadas e graduadas, sendo que só as mais severas têm necessidade de ser seguidas. “Os médicos devem ser ensinados a fazer esta triagem de forma eficiente para se garantir de que os doentes em maior risco são, efetivamente, vigiados de mais perto”.

A endoscopia digestiva alta é o procedimento de eleição para diagnosticar as doenças do sistema digestivo que envolvem o esófago, o estômago e o duodeno. É um método disponível na maioria das instituições de saúde, preciso e relativamente pouco invasivo, mas “os seus custos de utilização impedem que seja adotado como ferramenta de triagem para o cancro gástrico na maioria dos cenários clínicos”.

Para além de Miguel Areia e Mário Dinis-Ribeiro, o trabalho contou com a colaboração de Francisco Rocha Gonçalves, investigador do CINTESIS e membro do IPO do Porto.

CINTESIS News - Newsletter

Subscreva a nossa newsletter e receba as nossas notícias diretamente no seu email.

 

Siga-nos

 facebook 001  Linkedin 001  RSS 001

 

 

CINTESIS new

FMUP   ICBAS  UA   NOVA   UALG   UALG   ISEP  ESEP

FCT  QREN    UE

© CINTESIS - Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde
Faculdade de Medicina da Universidade do Porto